Feliz é Monalisa com aquele sorriso de preguiça. Pessoas do mundo inteiro já deram várias interpretações para aquela pintura e ela continua lá com cara de desdém. É interessante pensar que quase ninguém consegue abstrair as coisas e aceitá-las como elas são. Precisam associar o sorriso de Monalisa à teoria do big bang. O mundo vai acabar e a Monalisa vai continuar rindo da sua cara. Mas eu não sou uma pintura e do lugar onde estou já fui embora.
Suellen Nara, @equilibriobambo.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
O mundo me prefere com dois braços e duas pernas, mas não sei mais ser humano. Sorrir cansa. Chorar cansa. Mas o que mais cansa é procurar desesperadamente um intermediário e esquecer que o mundo é mais que aparências.
Eu sou volúvel. Grande surpresa. Mas ser volúvel também cansa. Porque ninguém leva a sério alguém que passa a semana chorando pra ficar bem na semana seguinte. Como se fosse preciso ser feliz pra sempre ou triste pra sempre pra ser alguma coisa de verdade.
Não quero mais a realidade comum. Isso é o que mais cansa, pra ser bem sincero. Tenho até arrepios de pensar num futuro escrito e óbvio nas prateleiras de gente sem sal. Só de saber o que vai ser de mim, já quero ser outra coisa. Uma coisa nova e diferente, pra quebrar o que é certo.
Eu ando tão cansado de seguir as regras. Ando tentando mudar as regras. Eu sei que o que acomoda não é fácil de mudar, mas alguém um dia tem que dizer chega, né? Pras coisas mudarem, o mundo girar. Tanta engrenagem e tão pouco suor.
Só sei que ando dedicando meus dias pra gente que nem sabe que eu existo. Vou fazer minha faculdade, conseguir meu diploma. Vou fazer o que for preciso pra nunca mais precisar fazer nada. E passar o resto da minha vida fingindo que acredito na minha liberdade.
Eu sou volúvel. Grande surpresa. Mas ser volúvel também cansa. Porque ninguém leva a sério alguém que passa a semana chorando pra ficar bem na semana seguinte. Como se fosse preciso ser feliz pra sempre ou triste pra sempre pra ser alguma coisa de verdade.
Não quero mais a realidade comum. Isso é o que mais cansa, pra ser bem sincero. Tenho até arrepios de pensar num futuro escrito e óbvio nas prateleiras de gente sem sal. Só de saber o que vai ser de mim, já quero ser outra coisa. Uma coisa nova e diferente, pra quebrar o que é certo.
Eu ando tão cansado de seguir as regras. Ando tentando mudar as regras. Eu sei que o que acomoda não é fácil de mudar, mas alguém um dia tem que dizer chega, né? Pras coisas mudarem, o mundo girar. Tanta engrenagem e tão pouco suor.
Só sei que ando dedicando meus dias pra gente que nem sabe que eu existo. Vou fazer minha faculdade, conseguir meu diploma. Vou fazer o que for preciso pra nunca mais precisar fazer nada. E passar o resto da minha vida fingindo que acredito na minha liberdade.
Entre a palavra e o pensamento existe o meu ser. Meu pensamento é puro ar impalpável, insaisisable. Minha palavra é de terra. Meu coração é vida. Minha energia eletrônica é mágica de origem divina. Meu símbolo é o amor. Meu ódio é energia atômica.
Tudo o que disse agora não vale nada, não passa de espumas.
Padecente.
Faminta e friorenta e humilhada.
Eu te recebo de pés descalços: é esta a minha humildade e esta nudez de pés é a minha ousadia.
Não quero ser somente eu mesma. Quero também ser o que não sou.
Um Sopro de Vida, Clarice Lispector, pág.51, Ed. Rocco.
Tudo o que disse agora não vale nada, não passa de espumas.
Padecente.
Faminta e friorenta e humilhada.
Eu te recebo de pés descalços: é esta a minha humildade e esta nudez de pés é a minha ousadia.
Não quero ser somente eu mesma. Quero também ser o que não sou.
Um Sopro de Vida, Clarice Lispector, pág.51, Ed. Rocco.
domingo, 26 de setembro de 2010
Quer saber o que eu penso? Você aguentaria conhecer minha verdade? Pois tome. Prove. Sinta. Eu tenho preguiça de quem não comete erros. Tenho profundo sono de quem prefere o morno. Eu gosto do risco. Dos que arriscam. Tenho admiração nata por quem segue o coração. Eu acredito nas pessoas livres. Liberdade de ser. Coragem boa de se mostrar. Dar a cara a tapa! Ser louco, estranho, chato! Eu sou assim. Tenho um milhão de defeitos. Sou volúvel.Sou viciada em gente. Adoro ficar sozinho. Mas eu vivo para sentir. Por isso, eu te peço. Me provoque. Me beije a boca. Me desafie. Me tire do sério. Me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso! Mas, pelo amor de Deus, me faça sentir. Um beliscãozinho que for, me dê. Eu quero rir até a barriga doer. Chorar e ficar com cara de sapo. Este é o meu alimento: palavras para uma alma com fome.
Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, Clarice Lispector.
Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, Clarice Lispector.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Entre as coisas mais lindas que eu conheci
Só reconheci suas cores belas quando eu te vi
Entre as coisas bem-vindas que já recebi
Eu reconheci minhas cores nela então eu me vi
Está em cima com o céu e o luar
Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas
E séculos, milênios que vão passar
Água-marinha põe estrelas no mar
Praias, baías, braços, cabos, mares, golfos
E penínsulas e oceanos que não vão secar
E as coisas lindas são mais lindas
Quando você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas
Porque você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas.
As Coisas Tão Mais Lindas, Nando Reis.
Só reconheci suas cores belas quando eu te vi
Entre as coisas bem-vindas que já recebi
Eu reconheci minhas cores nela então eu me vi
Está em cima com o céu e o luar
Hora dos dias, semanas, meses, anos, décadas
E séculos, milênios que vão passar
Água-marinha põe estrelas no mar
Praias, baías, braços, cabos, mares, golfos
E penínsulas e oceanos que não vão secar
E as coisas lindas são mais lindas
Quando você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas
Porque você está
Onde você está
Hoje você está
Nas coisas tão mais lindas.
As Coisas Tão Mais Lindas, Nando Reis.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Olha! Eu fico aqui imaginando o porque.
A inspiração, certos dias, assassina o conceito de orgulho e eu torno aos velhos vícios, manias.
E acredite: preocupo-me contigo!, desconheço o motivo, evito hipóteses. Mas eu sei que você vai se endereçar automaticamente. É uma conexão inevitável, parece algo de maternidade.
[...]
Todos nós queremos ser amados, ser felizes
Então, por que não somos?
Porque nos tornamos especialistas em sabotar nossa própria felicidade
Nos fazendo de vítimas, quando na verdade,
São as escolhas que fazemos, os maus hábitos, os vícios,
A inabilidade de demonstrar amor e compaixão
São essas coisas que nos destroem.
Não somos vitimas
Somos assassinos quando se trata de amor e felicidade.
Nós aplaudimos o sentimento..mas não mudamos.
Por quê?
Porque sabemos o que queremos.
Então, nós fazemos, dizemos, tentamos, bancamos as vítimas,
Contratamos advogados...e isso tem que parar.
É uma questão de caráter
Isso é sobre quem tem o melhor caráter
As vezes decepcionamos as pessoas com quem devemos estar,
E as vezes, as pessoas fazem coisas que sentem vergonha.
E normalmente, depois que a culpa se estabelece,
Nós pioramos as coisas.
E a verdade?
Bem, a verdade é um conceito absoluto,
E a verdade pode te libertar
O caráter mudo tudo.
Ainda torço por muito você.
A inspiração, certos dias, assassina o conceito de orgulho e eu torno aos velhos vícios, manias.
E acredite: preocupo-me contigo!, desconheço o motivo, evito hipóteses. Mas eu sei que você vai se endereçar automaticamente. É uma conexão inevitável, parece algo de maternidade.
[...]
Todos nós queremos ser amados, ser felizes
Então, por que não somos?
Porque nos tornamos especialistas em sabotar nossa própria felicidade
Nos fazendo de vítimas, quando na verdade,
São as escolhas que fazemos, os maus hábitos, os vícios,
A inabilidade de demonstrar amor e compaixão
São essas coisas que nos destroem.
Não somos vitimas
Somos assassinos quando se trata de amor e felicidade.
Nós aplaudimos o sentimento..mas não mudamos.
Por quê?
Porque sabemos o que queremos.
Então, nós fazemos, dizemos, tentamos, bancamos as vítimas,
Contratamos advogados...e isso tem que parar.
É uma questão de caráter
Isso é sobre quem tem o melhor caráter
As vezes decepcionamos as pessoas com quem devemos estar,
E as vezes, as pessoas fazem coisas que sentem vergonha.
E normalmente, depois que a culpa se estabelece,
Nós pioramos as coisas.
E a verdade?
Bem, a verdade é um conceito absoluto,
E a verdade pode te libertar
O caráter mudo tudo.
Ainda torço por muito você.
[...]
- Para que servem os espinhos?
O principezinho jamais renunciava a uma pergunta, depois que a tivesse feito. Mas eu estava irritado com o parafuso e respondi qualquer coisa:
- Os espinhos não servem para nada. São pura maldade das flores.
- Oh!
Mas, após um silêncio, ele me disse com uma espécie de rancor:
- Não acredito! as flores são fracas. Ingênuas. Defendem-se como podem. Elas se julgam terríveis com os seus espinhos...
Não respondi. naquele instante eu pensava: "Se esse parafuso ainda resiste, vou fazê-lo saltar a marteladas". O principezinho pertubou-me de novo as reflexões:
- E tu pensas então que as flores...
- Ora! eu não penso nada. Eu respondi qualquer coisa. Eu só me ocupo com coisas sérias!
Ele me olhou, estupefato:
- Coisas sérias!
Via-me, martelo em punho, dedos sujos de graxa, curvado sobre um feio objeto.
- Tu falas como as pessoas grandes!
Senti um pouco de vergonha. Mas ele acrescentou, implacável:
- Tu confundes todas as coisas... Misturas tudo!
Estava realmente muito irritado. Sacudia ao vento os cabelos de ouro:
- Eu conheço um planeta onde há um sujeito vermelho, quase roxo. Nunca cheirou uma flor. Nunca olhou uma estrela. Nunca amou ninguém. Nunca fez outra coisa senão somas. E o dia todo repete como tu: "Eu sou um homem sério! Eu sou um homem sério!", e isso o faz inchar-se de orgulho. Mas ele não é um homem, é um cogumelo!
- Um o quê?
- Um cogumelo!
[...]
O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupêry, pág. 26 (Ed. Circulo do Livro S/A)
- Para que servem os espinhos?
O principezinho jamais renunciava a uma pergunta, depois que a tivesse feito. Mas eu estava irritado com o parafuso e respondi qualquer coisa:
- Os espinhos não servem para nada. São pura maldade das flores.
- Oh!
Mas, após um silêncio, ele me disse com uma espécie de rancor:
- Não acredito! as flores são fracas. Ingênuas. Defendem-se como podem. Elas se julgam terríveis com os seus espinhos...
Não respondi. naquele instante eu pensava: "Se esse parafuso ainda resiste, vou fazê-lo saltar a marteladas". O principezinho pertubou-me de novo as reflexões:
- E tu pensas então que as flores...
- Ora! eu não penso nada. Eu respondi qualquer coisa. Eu só me ocupo com coisas sérias!
Ele me olhou, estupefato:
- Coisas sérias!
Via-me, martelo em punho, dedos sujos de graxa, curvado sobre um feio objeto.
- Tu falas como as pessoas grandes!
Senti um pouco de vergonha. Mas ele acrescentou, implacável:
- Tu confundes todas as coisas... Misturas tudo!
Estava realmente muito irritado. Sacudia ao vento os cabelos de ouro:
- Eu conheço um planeta onde há um sujeito vermelho, quase roxo. Nunca cheirou uma flor. Nunca olhou uma estrela. Nunca amou ninguém. Nunca fez outra coisa senão somas. E o dia todo repete como tu: "Eu sou um homem sério! Eu sou um homem sério!", e isso o faz inchar-se de orgulho. Mas ele não é um homem, é um cogumelo!
- Um o quê?
- Um cogumelo!
[...]
O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupêry, pág. 26 (Ed. Circulo do Livro S/A)
sábado, 18 de setembro de 2010
Eu fico com a pureza das respostas das crianças:
É a vida! É bonita e é bonita!
Viver e não ter a vergonha de ser feliz,
Cantar,
A beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei
Que a vida devia ser bem melhor e será,
Mas isso não impede que eu repita:
É bonita, é bonita e é bonita!
E a vida? E a vida o que é, diga lá, meu irmão?
Ela é a batida de um coração?
Ela é uma doce ilusão?
Mas e a vida? Ela é maravilha ou é sofrimento?
Ela é alegria ou lamento?
O que é? O que é, meu irmão?
Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo,
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo,
Há quem fale que é um divino mistério profundo,
É o sopro do criador numa atitude repleta de amor.
Você diz que é luta e prazer,
Ele diz que a vida é viver,
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é, e o verbo é sofrer.
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé,
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser,
Sempre desejada por mais que esteja errada,
Ninguém quer a morte, só saúde e sorte,
E a pergunta roda, e a cabeça agita.
Fico com a pureza das respostas das crianças:
É a vida! É bonita e é bonita!
O que é, o que é?, Gonzaguinha
É a vida! É bonita e é bonita!
Viver e não ter a vergonha de ser feliz,
Cantar,
A beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei
Que a vida devia ser bem melhor e será,
Mas isso não impede que eu repita:
É bonita, é bonita e é bonita!
E a vida? E a vida o que é, diga lá, meu irmão?
Ela é a batida de um coração?
Ela é uma doce ilusão?
Mas e a vida? Ela é maravilha ou é sofrimento?
Ela é alegria ou lamento?
O que é? O que é, meu irmão?
Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo,
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo,
Há quem fale que é um divino mistério profundo,
É o sopro do criador numa atitude repleta de amor.
Você diz que é luta e prazer,
Ele diz que a vida é viver,
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é, e o verbo é sofrer.
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé,
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser,
Sempre desejada por mais que esteja errada,
Ninguém quer a morte, só saúde e sorte,
E a pergunta roda, e a cabeça agita.
Fico com a pureza das respostas das crianças:
É a vida! É bonita e é bonita!
O que é, o que é?, Gonzaguinha
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Se recordo quem fui, outrem me vejo,
E o passado é o presente na lembrança.
Quem fui é alguém que amo
Porém somente em sonho.
E a saudade que me aflige a mente
Não é de mim nem do passado visto,
Senão de quem habito
Por trás dos olhos cegos.
Nada, senão o instante, me conhece.
Minha mesma lembrança é nada, e sinto
Que quem sou e quem fui São sonhos diferentes.
Ricardo Reis (Fernando Pessoa)
E o passado é o presente na lembrança.
Quem fui é alguém que amo
Porém somente em sonho.
E a saudade que me aflige a mente
Não é de mim nem do passado visto,
Senão de quem habito
Por trás dos olhos cegos.
Nada, senão o instante, me conhece.
Minha mesma lembrança é nada, e sinto
Que quem sou e quem fui São sonhos diferentes.
Ricardo Reis (Fernando Pessoa)
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
De Haroldo Lobo com Wilson Batista,
De Mário Lago e Ataulfo Alves,
Não canto nem Emília nem Amélia,
Nenhuma tem meus vivas! E meus salves!
E nem Angie, do stone Mick Jagger;
E nem Roxanne, de Sting, do Police;
E nem a mina do mamona Dinho
E nem as mina – pá! - do mano Xiz!
Loira de Hervê e loira do É O Tchan,
Lôra de Gabriel, o Pensador;
Laura de Mercer, Laura de Braguinha,
Laura de Daniel, o trovador;
Ana do Rei e Ana de Djavan,
Ana do outro rei, o do baião
Nenhuma delas hoje cantarei:
Só outra reina no meu coração.
Só você,
Rainha aqui é só você,
Só você,
A musa dentre as musas de A a Z.
Todas Elas Juntas Num Só Ser, Lenine.
De Mário Lago e Ataulfo Alves,
Não canto nem Emília nem Amélia,
Nenhuma tem meus vivas! E meus salves!
E nem Angie, do stone Mick Jagger;
E nem Roxanne, de Sting, do Police;
E nem a mina do mamona Dinho
E nem as mina – pá! - do mano Xiz!
Loira de Hervê e loira do É O Tchan,
Lôra de Gabriel, o Pensador;
Laura de Mercer, Laura de Braguinha,
Laura de Daniel, o trovador;
Ana do Rei e Ana de Djavan,
Ana do outro rei, o do baião
Nenhuma delas hoje cantarei:
Só outra reina no meu coração.
Só você,
Rainha aqui é só você,
Só você,
A musa dentre as musas de A a Z.
Todas Elas Juntas Num Só Ser, Lenine.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Então a coruja responde:
"Mas para onde você quer ir?", e Alice: "Eu só quero chegar a algum lugar!"
A coruja torna a responder:
"Então qualquer caminho serve."
..........................
"Nesta direção", disse o Gato, girando a pata direita, "mora um Chapeleiro. E nesta direção", apontando com a pata esquerda, "mora uma Lebre de Março. Visite quem você quiser, são ambos loucos."
"Mas eu não ando com loucos", observou Alice.
"Oh, você não tem como evitar", disse o Gato, "somos todos loucos por aqui. Eu sou louco. Você é louca".
"Como é que você sabe que eu sou louca?", disse Alice.
"Você deve ser", disse o Gato, "Se não, não teria vindo para cá."
Alice no País das Maravilhas.
"Mas para onde você quer ir?", e Alice: "Eu só quero chegar a algum lugar!"
A coruja torna a responder:
"Então qualquer caminho serve."
..........................
"Nesta direção", disse o Gato, girando a pata direita, "mora um Chapeleiro. E nesta direção", apontando com a pata esquerda, "mora uma Lebre de Março. Visite quem você quiser, são ambos loucos."
"Mas eu não ando com loucos", observou Alice.
"Oh, você não tem como evitar", disse o Gato, "somos todos loucos por aqui. Eu sou louco. Você é louca".
"Como é que você sabe que eu sou louca?", disse Alice.
"Você deve ser", disse o Gato, "Se não, não teria vindo para cá."
Alice no País das Maravilhas.
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