Em qualquer momento que possamos viver, estamos sempre com nossa consciência no centro do tempo, nunca em suas extremidades; poderíamos portanto admitir que cada um de nós traz dentro de si o centro imóvel do tempo infinito. É isto, fundamentalmente, que nos dá a certeza de levar a nossa vida sem o pavor contínuo da morte.
Arthur Schopenhauer, Sobre a indestrutibilidade do nosso ser, pág. 143.