sábado, 13 de novembro de 2010

Nas questões humanas, sabemos que "aquele que hesita está perdido", cientistas sociais falam de dissonância cognitiva", que o criador da expressão, Leon Festinger, definiu como a sensação de desconforto que sentimos ao tentar defender simultaneamente duas idéias contraditórias e a ânsia de reduzir a dissonância pela modificação ou rejeição de uma das idéias. Ela opera quando escolhemos entre objetos quase iguais e, tendo escolhido, atribuímos à nossa escolha uma grande vantagem em relação à alternativa, para que possamos ter o prazer de rejeitá-la. O processo de decisão deve fazer parte de nossa herança genética; precisamos dessa certeza nas transações humanas.

Gaia: Alerta Final, James Loverlock, pág. 52, obra original.

Que não se faça mais confusão entre dissonância cognitiva e hipocrisia generalizada.