quinta-feira, 21 de maio de 2015

Às avessas..

Em uma linha cronológica, não consigo marcar, sequer, onde tudo se perdeu. 
Quem diria! Logo eu. Alvo de uma peça muito bem pregada pelo destino impregnado por tantas certezas. 
Cara, onde tudo se perdeu?
Autoconfiança demais, talvez. Mas se não a tivesse, quem a teria por mim? 
De monólogos transcendo a vida, tentando compreender o que deu tão errado, e o porquê não poderia/deveria de ter dado certo. 
Outra noite que se vai. 
Quem dera a febre fosse o único motivo de tanto incômodo. 
Eu sei, eu sei, eu sei, eu sei... Mas não está sendo fácil colaborar daqui. 
Prometo hoje, mas amanhã já não sei de mais nada. Memória seletiva de uma cabeça que resolveu tornar-se incapaz de controlar um corpo. 
Talvez o 10 tenha chego, de fato. 
Nesse momento não há tantos infinitos entre 0 e 1. 
Ajuda-te. 
Uma noite na lua resolveria nosso problema.