... é essa maldita pressa, ânsia, desespero em reafirmar os valores que conduzem nossa vida, sempre conduziram... e parar agora para perguntar ao cocheiro “aonde nos conduz?” só vai nos fazer colocar a cabeça para fora e trazer a angústia de enxergar as inúmeras encruzilhadas que ele ignora em seu percurso. Como se notar o equívoco durante o percurso tirasse todo o sentido da jornada até agora. Se a jornada estiver bem mais próxima do fim que do começo, então...
Todo sentido de uma vida!
O caminho de praxe já estava impregnado de certezas. O destino era certo. Tão certo que, outro, já não enxergava. Nem as encruzilhadas, nem nada além.
Lembrei-me, então, de fechar os olhos...
O Livro Sem Nome, F.V.K.